Estou de volta, não como esperado, mas não me abandonem por isso, preciso de todos.
Olha aí, é novidade: www.leandrapostay.blogspot.com
Foi muito bom estar aqui. Mas toda além-vida tem seu fim.
19 de junho de 2009
Agora é definitivo
29 de abril de 2009
5 de fevereiro de 2009
A escola sempre quer voltar para mim =´(
25 de dezembro de 2008
Advento tropical
Nossos pinheiros são de plástico
Mas respiram no Natal
19 de dezembro de 2008
Passa lá
[link]Leandra, Ana e Clara com Mallu Magalhães.[/link]
Alegria!
Depois eu conto em detalhes. :D
20 de novembro de 2008
9 de novembro de 2008
Me matando com a Caloi
E eu gosto, como falei em um post passado, do que chamo 'post pop'.
E por mais que eu esteja com preguiça de fazer um, nada de poesia por hoje. Sigam comigo.
Vou explicar o que aconteceu de verdade em setembro.
Não é novidade que eu sou vegetariana e defendo a causa com todaminhalma. Mas o meio ambiente me preocupa de verdade e não comer animais não é o bastante. Juntando isso ao fato indiscutível de que preciso de metas como preciso de oxigênio, resolvi começar a andar só de bicicleta.
Vejam bem, caros atletas, eu sou sedentária desde que me entendo por gente.
EU NADO MELHOR DO QUE ANDO. E isso não quer dizer exatamente que eu nado bem, oi.
Mas lá fui eu, alegre e saltitante (e muito habilidosa, para saltitar e pedalar ao mesmo tempo).
- PAUSA -
Eu ganhei minha bicicleta quando tinha uns onze anos, de aniversário. Eu queria uma 'casa dos sonhos da Barbie' ou algo do tipo, mas meu pai disse que ele não me daria a 'casa dos sonhos da Barbie'. Mas que eu poderia ganhar uma bicicleta, se quisesse. Eu dizia que "pai, eu não ando de bicicleta. Mas tudo bem. Eu aceito ganhar uma, já que não posso ter aquela casa linda e cor de rosa que me faria feliz pelo resto da vida".
E eu ganhei minha bicicleta.
Que na época era muito grande para mim e vivia no bicicletário. Mas eu gosto do meu pai ter me obrigado a querer ela. Porque a bicicleta pelo menos é verde.
Uma casa cor de rosa serviria hoje nem para agradar os olhos.
- /PAUSA -
Eu estava me saindo bem. Andando perto da minha casa, indo para uns lugares até um pouco distantes. Mas sempre pouco movimentados.
Até que decidi ir ao correio de bicicleta. E isso envolvia atravessar uma avenida.
Meus pais não são inconseqüentes, ok? Eles só sabiam que eu tinha que fazer isso.
Se bem que eu preferiria que eles tivessem sido tiranos e protetores e gritado que "menina, você mal aprendeu a caminhar e nem tem coordenação motora. Nós ainda não somos desnaturados ao ponto de te deixar ser atropelada por um ônibus".
E parece exagero, mas foi exatamente o que aconteceu:
fui atropelada por um ônibus.
Bom, mais ou menos.
Eu fui FECHADA por um ônibus amarelo, que bateu com toda força no meu braço direito. Braço que ficou engessado por três semanas.
E agora eu tenho uma mão esquerda um pouco mais habilidosa que antes e uma mão direita sem forças e torta.
E roxa.
Adoro roxo.
Se a casa dos sonhos da barbie fosse roxa, até valeria a pena.

